O ESPORTIVO QUE GANHOU O MUNDO

Escrito por Rogério Nottoli
OChevrolet Corvette pode ser considerado o mais charmoso e marcante carro esporte norte-americano de todos os tempos. Até o seu nascimento, os esportivos vermelhos do comendador Enzo Ferrari já encantavam a Europa e os EUA, assim como os pequenos MG e os Jaguar, caso do XK 120.
O mercado de automóveis dos Estados Unidos pedia, no início da década de 50, por um esportivo. Os engenheiros da General Motors trabalharam duro e, em 17 de janeiro de 1953, a montadora apresentou no Motorama, evento em Nova York, o primeiro modelo do Corvette. A reação do público foi de frenesi e surpresa.
Afinal, um carro nunca visto nos padrões da indústria local: pequeno, baixo, com visual limpo e esportivo, o novo Chevy avisava que deixaria seu nome marcado para sempre no universo do automóvel.
Os funcionários da linha de frente precisam ajudar a proporcionar uma ótima experiência ao cliente. Eles precisam ser bem treinados sobre como gerenciar a expectativa das pessoas, além de comunicar informações importantes e resolver problemas. Por exemplo, é fundamental investir mais tempo na identificação das necessidades e expectativas dos compradores, para poder oferecer modelos alternativos com prazos de entrega mais curtos – para não comprometer o negócio.
Também é importante realizar uma boa gestão do tempo, desde o período da negociação inicial até a entrega real do carro novo. Este momento poderá ser uma excelente oportunidade para oferecer, por exemplo, um aluguel de curta duração ou, em última análise, uma solução de mobilidade gratuita, que garanta a venda ou a troca.
Em um cenário de “conquista de estoque”, recomenda-se dar igual importância à compra e venda de veículos. Isto é, os vendedores de carros e serviços devem ser recompensados pela qualidade das trocas que conseguem realizar.
“Na prática, a demanda se encaminha para produzir, oferecer e gerir mobilidade, além de um sem-fim de serviços em torno disso”, afirma o presidente da Anfavea, Luiz Carlos de Moraes. “A pandemia e suas sequelas apenas aceleraram todo esse processo. Tanto as fábricas como as concessionárias terão de se adaptar a essa nova realidade. Ainda não há respostas para todas as perguntas, mas já se vislumbra um oceano de oportunidades para antigos e novos players”.
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